Séries que Estão Se Despedindo: Orphan Black

Ocupando o segundo lugar do quadro “Séries que Estão Se Despedindo”, chegamos a uma das mais consagradas nos dias de hoje, com uma temática inovadora diante das séries que vemos, cheia de tramas que te deixam todo enrolado: Orphan Black!
4 temporadas, 10 episódios cada, um turbilhão de emoções e reviravoltas que te deixam louco! Criada pelos canais BBC America e Space (Canadá), Orphan Black, traz em seus quarenta e cinco minutos um drama banhado em ficção científica, mistério e suspense, liderado pela protagonista – julgo rainha dos clones – Tatiana Maslany.

A série conta com uma representatividade feminina muito forte – o que é um ponto chave, observando a minoria de mulheres como personagens principais. Observamos o trabalho impecável da atriz ao interpretar não só uma, mas várias personagens ao mesmo tempo, exibindo as qualidades e os defeitos de cada uma delas. OB, é uma série tão abrangente que não se priva num só tema. Ela continua com os seus dois pés firmes na temática principal, mas não perde a oportunidade de falar um pouco de questões importante da nossa sociedade nos dias de hoje.

Trata-se de uma série que abraça a ficção científica de uma forma tão literal que, como já dito, uma mulher só acaba dando vida a outras diversas. E sabe o que é incrível? O fato da Tatiana fazer o negócio bem feito! É tão real, que você realmente se pergunta se é ela sozinha em ângulos diferentes! Seja no sotaque, vestimentas, imponência, ousadia, carisma… Ninguém se parece com ninguém! E esse é o diferencial: mostrar as diferenças perante tanta igualdade.

Na semana passada, comentei que amava Teen Wolf pelo fato dos personagens possuírem histórias independentes, porém, todos contribuem para o crescimento do grupo. Da mesma forma acontece com Orphan Black. Seja Alison, Cosima, Sarah ou Helena, cada uma delas são personagens fortes e independentes, variando desde a uma dona de casa e seus sérios problemas com medicamentos, à uma assassina dona de um sotaque maravilhoso. Essa é a fórmula X da série! E você é uma pessoa perfeccionista ou tem um pouquinho de TOC como eu e já viu ao menos um episódio de OB, sabe da agonia que dá ao lembrar que é só uma atriz interpretando várias ao mesmo tempo e não se encontra um erro se quer na atuação.

Tá, mas é só isso? Clones e seus problemas do dia-a-dia? Paola e Paulina em diversas versões? Não tem nada mais?

Um dos fatores que pode deixar você intrigado, é o fato de uma das personagens ser mãe. Sim, mãe! E não, isso não é comum quando você é um clone. E porquê? Pelo simples fato de que clones não podem ter filhos. E ai que surgem as “tretas”! O enredo é tão vasto e visionário, que você se entristece ao saber essa será a última temporada. Quer seja por termos atuações tão boas ou por uma história envolvente, continua sendo uma pena ter que dizer adeus. Orphan Black nos banha de questionamentos e imprevisibilidade, plantando na nossa cabeça essas ideias de forma que você acaba se juntando ao bonde, querendo trazer respostas para todos esses “porquês”.

E o que falar dos outros personagens que cercam a história? Certamente, você vai acabar gostando/amando – ou não – do Félix, da fofura que é a menina Kira, da mãe adotiva misteriosa Siobhan, da leseira que é o Donnie, e todos os outros que eu não posso te falar porque se não, irei te dar um baita spoiler! Sim! Uma informação se quer e BANG! Você acaba descobrindo o que não deveria – não no momento certo.

             Orphan Black caminha para sua quinta e última temporada, então, não perde tempo! CORRE pra ver e se envolve nessa história excelente. Garanto que você não irá se arrepender. Ah! E pra que você entenda esse meu “fanatismo” e de muitos pela atuação da Tatiana Maslany, dá uma olhada nesse vídeo:

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Everton Mendes

Everton Mendes

Everton Mendes, tenho 21 anos, sou Pernambucano, e curso Design na UFPE. Bem, eu sempre fui bom em algumas coisas, no entanto, em falar de mim mesmo… sou um desastre! Mas, vamos lá! Eu nasci lá na cidadezinha de Smallville… Não! Kkk Deixa eu falar sério – ou tentar. Desde pequeno, sempre fui aquela típica criança hiperativa ligada nesse universo de séries, filmes, livros e animes. E claro, isso não mudou nada com o passar do tempo – na verdade, ficou ainda mais forte! Quem me conhece pessoalmente sabe que se me der aquele um minuto para falar a respeito de uma série ou de um livro, pode arrastar a cadeira porque vamos passar uma tarde, principalmente, quando se trata de uma série de super heróis.

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