Mercado da moda ou da escravidão

Quando o maior jornal da Noruega, o Aftenposten enviou três blogueiros de moda para trabalhar por um mês em uma fábrica de roupas no Camboja, a pergunta que fica é, será que o conceito deles sobre este bilionário mercado mudou?. Um dos adolescentes, a blogueira de 17 anos de idade chamada Anniken Jørgensen, está agora  criticando a cadeia de “fast fashion” da grife H & M que para não pagar salários altos terceiriza suas produções em países subdesenvolvidos da Asia.

No reality show denominado de Sweatshop Deadly fashion ou “moda mortal” os três adolescentes puderam sentir na pele as condições de trabalho humilhante e degradante ali instalada, trocando a realidade de suas vidas, por horas de trabalhos intermináveis que alimente  hoje a indústria do vestuário que é a mais lucrativa no ramo da espotação no Camboja, em 2012, foi registrado mais de US $ 4 bilhões em produtos para os Estados Unidos e na Europa, de acordo com a Associated Press.

E a indústria do vestuário asiático está agora sob debate no parlamento norueguês, de acordo com o diretor da série, que já foi visto por mais de 1,5 milhões de vezes.

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