Falando Sobre Séries: The Last Ship

Oi galera, tudo beleza? Meu nome é Everton Mendes e a partir de hoje, eu começarei a falar um pouco sobre séries – na verdade, muito -, filmes, livros e tudo aquilo que envolve esse universo imenso. Vamos lá!

 


THE LAST SHIP

 

Curte séries com temática apocalíptica do tipo que mais da metade da população mundial ou morreu, ou está infectada por um vírus? Sim? Então, deixa eu te apresentar essa série instigante que está na sua terceira temporada e possui um elenco de ponta! The Last Ship, a série marinheira apocalíptica da TNT. Para que você entenda bem do que a história se trata, sem que eu te dê um baita spoiler e acabe tirando a sua vontade de assistir, há três pontos simples ao redor desse enredo que você precisa saber:

1. O mundo está vivendo uma pandemia: quando falamos de doenças, nesse caso, de um vírus em particular que atinge toda a população mundial, a primeira coisa que vêm à mente – não sei na sua – é The Walking Dead, Resident Evil, Guerra Mundial Z, etc. Mas não! Desculpa de desapontar, mas essa série, mesmo trabalhando com essa temática não envolve zumbis. Infectou? Morreu! E sem direito a uma segunda chance “zumbificado”. Quando o surto acontece, as pessoas começam a adoecer muito rápido, porque simplesmente o tal vírus é um coelho na ideia de mutação e isso impede que qualquer vacina seja criada a tempo.

2. Não há cura para essa doença: Seja você rico ou pobre, presidente dos Estados Unidos ou líder do sindicato das vovós do artesanato, não há escapatória. Primeiro, as pessoas infectadas tinham semanas de vida; Segundos, apenas alguns dias; por fim, horas. O vírus se tornou indestrutível! Além de ser transmitido através do simples ato de se estar exposto ao mesmo ambiente que uma pessoa infectada, ele acaba destruindo seu sistema imunológico por inteiro, dando terreno para que outras doenças venham e terminem o serviço. O único exemplo que eu posso dar pra isso é o típico caso de quando matamos uma barata, que você espanca ela várias vezes, mas a danada ainda continua correndo de um lado para o outro sem cabeça, como se risse da sua cara! Desculpem-me, garotas! Eu disse, era o único exemplo. Mas voltando para o assunto… E não estamos falando de uma América dizimada ou de uma Europa sem vida. Não! Foi mais de 80% da população mundial.

3. Alguém precisa ir atrás da cura: Se na terra o vírus se alastrou e ninguém mais está a salvo, quem mais poderia procurar por uma cura se não um navio de guerra americano chamado USS Nathan James?! É, eu também fiz essa cara quando parei para pensar nisso. Um navio… O que mais chama a atenção, é que tudo faz sentido. Marinheiros atrás de uma cura, que por sua vez, vão atrás de uma doutora que sabe como achar fabricar a cura, uma viagem de ida para o Ártico atrás do Elemento X necessário para o desenrolar da trama… É algo que ninguém poderia esperar. Além de contar com uma tripulação bem treinada e fitness! Quer dizer, quase E tá pensando que a série só se resume nisso? Que nada! A trama te envolve de uma maneira que as temporadas passam voando! Têm russos, piratas, conspiradores, desertores, apoiadores, rebeldes, um bom drama sobre permanecer nos seus ideais ou os abandonar para “o bem maior”, invasão, cocô de passarinho congelado, macacos sequestrados para poder servir de experimentos, um sotaque britânico aqui e ali, uns sermões de Deus que tocam no seu coração como se estivesse junto da tripulação, aquele romance que você quer que aconteça, mas os roteiristas fazem de propósito que não tenha só pra lembrar que a temática da série não é essa… Coisas desse tipo! E por fim, a gente tem a cura! Ou não tem?! Essa dúvida eu deixo pra vocês que quiserem se aventurar nesse mundo patriótico, misturado a uma temática apocalíptica que se você pensar direitinho, pode até se tornar realidade – brincadeira! The Last Ship conta com um elenco de ponta e um gráfico que muitas vezes deixa a desejar, mas se você consegue viver com Once Upon a Time ou Teen Wolf como eu, então, não.

Espero que tenham gostado!

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Everton Mendes

Everton Mendes

Everton Mendes, tenho 21 anos, sou Pernambucano, e curso Design na UFPE. Bem, eu sempre fui bom em algumas coisas, no entanto, em falar de mim mesmo… sou um desastre! Mas, vamos lá! Eu nasci lá na cidadezinha de Smallville… Não! Kkk Deixa eu falar sério – ou tentar. Desde pequeno, sempre fui aquela típica criança hiperativa ligada nesse universo de séries, filmes, livros e animes. E claro, isso não mudou nada com o passar do tempo – na verdade, ficou ainda mais forte! Quem me conhece pessoalmente sabe que se me der aquele um minuto para falar a respeito de uma série ou de um livro, pode arrastar a cadeira porque vamos passar uma tarde, principalmente, quando se trata de uma série de super heróis.

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